<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentarios en: Roxana desde Argentina encontró familiares en España gracias a Smart Matches</title>
	<atom:link href="http://blog.myheritage.es/2010/08/roxana-desde-argentina-encontro-familiares-en-espana-gracias-a-smart-matches/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.myheritage.es/2010/08/roxana-desde-argentina-encontro-familiares-en-espana-gracias-a-smart-matches/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 May 2013 07:46:21 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Ozi</title>
		<link>http://blog.myheritage.es/2010/08/roxana-desde-argentina-encontro-familiares-en-espana-gracias-a-smart-matches/#comment-5782</link>
		<dc:creator>Ozi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 04:16:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.myheritage.es/?p=2500#comment-5782</guid>
		<description>Rodrigo,muito bons seus comente1rios, o que nos leva a apdufonrar o assunto.Digamos, que a geste3o de conhecimento vem justamente da estreiteza das pessoas por gerenciar a informae7e3o.Como os gestores da informae7e3o deixaram as pessoas de lado, resolveram criar outro nome e outra e1rea para esbarrar no mesmo muro.Que e9 um problema conceitual be1sico do que afinal e9 informae7e3o e conhecimento, por isso fiz aquele texto da batata. (Ver no blog)Para que um processo informacional ocorra e9 preciso lidar com pessoas, pois sf3 existe informae7e3o e conhecimento em relae7e3o, todo o resto e9 vazio.Ne3o e9 por mal que fomos estreitando essa vise3o.Compreender que qualquer projeto, pequeno ou grande, depende exclusivamente de pessoas e9 algo difedcil de lidar, pois o ser humano e9 no nosso planeta o ser mais complexo que existe.Cada pessoa permite mil variantes, humores, situae7f5es, condicionamentos, etc .Um setor especedfico e deslocado de sua verdadeira fune7e3o, acaba ne3o tendo fore7a para lidar com esse ambiente propedcio e cai para o te9cnico, o pobre, o vazio por falta de pernas e e0s vezes, por falta de vise3o conceitual do problema.Viram bibliotece1rios, arquivistas, quando deveriam zelar tambe9m pelo ambiente, pois se ningue9m vai e0 biblioteca por falta de motivae7e3o, a biblioteca e9 apenas um lugar para se relaxar, curtir o sileancio e tomar um banho de ar condicionado.  Ou seja, quando se fala em informae7e3o e conhecimento, para coisas concretas e9 assim uma forma de reduzir a dificuldade do problema, deixando o principal de lado.O problema, portanto, me parece, antes de tudo, conceitual. Castells no texto The Network Society fala um pouco disso ao afirmar que ne3o vivemos na sociedade do conhecimento mas em mais uma e avisa que teremos problemas se9rios, em fune7e3o desse erro tef3rico. Concordo.Ao criarmos na empresa setores de informae7e3o ou de conhecimento estanques e isolados nos tirou o poder e a possibilidade de perceber que basicamente o que deve se trabalhar e9 o ambiente informacional, antes de tudo, que, na verdade, e9 o prf3prio ambiente da empresa que vai permitir que tudo isso acontee7a.Uma empresa que trabalha sob chicote, tere1 pouco espae7o, por exemplo, para a criatividade, curiosidade, tre2nsito de informae7e3o, e o que fare3o os nossos gestores???Claro, que a parte te9cnica da organizae7e3o dos registros e9 fundamental para dar suporte a esse movimento, mas ne3o pode ser reducionaista, como e9 hoje Podemos optar assim pela geste3o do ambiente do conhecimento, geste3o do sistema de conhecimento geste3o do ambiente informacional, o que me agradaria mais e ficaria mais coerente com o que estamos falando.Note que o ambiente e9 algo intangedvel, mas no todo pode ser gerenciado, pois e9 formado por coisas concretas que existem e se relacionam.Volto a dizer o conhecimento e9 relacional e potencialmente possedvel, dependendo do ambiente que se cria.Se vamos chamar geste3o do conhecimento para reduzir o nome, um apelido, tudo certo, mas sob o risco das interpretae7f5es que acabam acontecendo Muita gente que trabalha com GC, na verdade, je1 encara o projeto dessa forma, entende que deve ser um esfore7o coletivo, que trabalha diretamente com o poder central e que deve ser formada por basicamente diversos perfis.Nem sempre uma e1rea, que cria uma burocracia, mas um grupo permanente de trabalho, por exemplo.Ou seja, manter o ambiente da empresa para que ele possibilite a inovae7e3o e a criatividade.Como falar em algo assim sem o RH, TI, as e1reas especedficas, pessoal de informae7e3o, trabalhando de forma integrada ???Podemos, se quisermos, em falar de metas desse grupo, por exemplo, em promover a geste3o da mudane7a da empresa 1.0 para outra 2.0.E um grupo de trabalho   e ne3o um setor formal   que todos os departamentos discutiriam o ambiente de conhecimento interno para ser cada vez mais aperfeie7oado.Ao questionar a geste3o do conhecimento   esse nome em si, veja, que estamos batalhando contra o reducionismo que acaba ocorrendo, que e9 justamente de sf3 gerenciar o palpe1vel e ne3o o intangedvel, diferente de como vocea entendeu a queste3o.Assim, vou apelar para Espinosa, citado no livro  Direito Autoral   da antiguidade  a Internet    de Joe3o Henrique da Rocha Fragoso.  A maioria dos erros consiste apenas em que ne3o aplicamos corretamente o nome e0s coisas .Vocea concorda?Grato pela visita.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,muito bons seus comente1rios, o que nos leva a apdufonrar o assunto.Digamos, que a geste3o de conhecimento vem justamente da estreiteza das pessoas por gerenciar a informae7e3o.Como os gestores da informae7e3o deixaram as pessoas de lado, resolveram criar outro nome e outra e1rea para esbarrar no mesmo muro.Que e9 um problema conceitual be1sico do que afinal e9 informae7e3o e conhecimento, por isso fiz aquele texto da batata. (Ver no blog)Para que um processo informacional ocorra e9 preciso lidar com pessoas, pois sf3 existe informae7e3o e conhecimento em relae7e3o, todo o resto e9 vazio.Ne3o e9 por mal que fomos estreitando essa vise3o.Compreender que qualquer projeto, pequeno ou grande, depende exclusivamente de pessoas e9 algo difedcil de lidar, pois o ser humano e9 no nosso planeta o ser mais complexo que existe.Cada pessoa permite mil variantes, humores, situae7f5es, condicionamentos, etc .Um setor especedfico e deslocado de sua verdadeira fune7e3o, acaba ne3o tendo fore7a para lidar com esse ambiente propedcio e cai para o te9cnico, o pobre, o vazio por falta de pernas e e0s vezes, por falta de vise3o conceitual do problema.Viram bibliotece1rios, arquivistas, quando deveriam zelar tambe9m pelo ambiente, pois se ningue9m vai e0 biblioteca por falta de motivae7e3o, a biblioteca e9 apenas um lugar para se relaxar, curtir o sileancio e tomar um banho de ar condicionado.  Ou seja, quando se fala em informae7e3o e conhecimento, para coisas concretas e9 assim uma forma de reduzir a dificuldade do problema, deixando o principal de lado.O problema, portanto, me parece, antes de tudo, conceitual. Castells no texto The Network Society fala um pouco disso ao afirmar que ne3o vivemos na sociedade do conhecimento mas em mais uma e avisa que teremos problemas se9rios, em fune7e3o desse erro tef3rico. Concordo.Ao criarmos na empresa setores de informae7e3o ou de conhecimento estanques e isolados nos tirou o poder e a possibilidade de perceber que basicamente o que deve se trabalhar e9 o ambiente informacional, antes de tudo, que, na verdade, e9 o prf3prio ambiente da empresa que vai permitir que tudo isso acontee7a.Uma empresa que trabalha sob chicote, tere1 pouco espae7o, por exemplo, para a criatividade, curiosidade, tre2nsito de informae7e3o, e o que fare3o os nossos gestores???Claro, que a parte te9cnica da organizae7e3o dos registros e9 fundamental para dar suporte a esse movimento, mas ne3o pode ser reducionaista, como e9 hoje Podemos optar assim pela geste3o do ambiente do conhecimento, geste3o do sistema de conhecimento geste3o do ambiente informacional, o que me agradaria mais e ficaria mais coerente com o que estamos falando.Note que o ambiente e9 algo intangedvel, mas no todo pode ser gerenciado, pois e9 formado por coisas concretas que existem e se relacionam.Volto a dizer o conhecimento e9 relacional e potencialmente possedvel, dependendo do ambiente que se cria.Se vamos chamar geste3o do conhecimento para reduzir o nome, um apelido, tudo certo, mas sob o risco das interpretae7f5es que acabam acontecendo Muita gente que trabalha com GC, na verdade, je1 encara o projeto dessa forma, entende que deve ser um esfore7o coletivo, que trabalha diretamente com o poder central e que deve ser formada por basicamente diversos perfis.Nem sempre uma e1rea, que cria uma burocracia, mas um grupo permanente de trabalho, por exemplo.Ou seja, manter o ambiente da empresa para que ele possibilite a inovae7e3o e a criatividade.Como falar em algo assim sem o RH, TI, as e1reas especedficas, pessoal de informae7e3o, trabalhando de forma integrada ???Podemos, se quisermos, em falar de metas desse grupo, por exemplo, em promover a geste3o da mudane7a da empresa 1.0 para outra 2.0.E um grupo de trabalho   e ne3o um setor formal   que todos os departamentos discutiriam o ambiente de conhecimento interno para ser cada vez mais aperfeie7oado.Ao questionar a geste3o do conhecimento   esse nome em si, veja, que estamos batalhando contra o reducionismo que acaba ocorrendo, que e9 justamente de sf3 gerenciar o palpe1vel e ne3o o intangedvel, diferente de como vocea entendeu a queste3o.Assim, vou apelar para Espinosa, citado no livro  Direito Autoral   da antiguidade  a Internet    de Joe3o Henrique da Rocha Fragoso.  A maioria dos erros consiste apenas em que ne3o aplicamos corretamente o nome e0s coisas .Vocea concorda?Grato pela visita.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Juan Pérez Vega</title>
		<link>http://blog.myheritage.es/2010/08/roxana-desde-argentina-encontro-familiares-en-espana-gracias-a-smart-matches/#comment-2877</link>
		<dc:creator>Juan Pérez Vega</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 23:16:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.myheritage.es/?p=2500#comment-2877</guid>
		<description>Roxana me gusto mucho que encontrara su familia,yo tengo un familiar ya fallecido pero me guaria saber de el ya que se llamaba Manual Mendes Canteras si su parientes conocieran a su familia yo po internedio de ellos podria hubicar a los parientes de mis abuelos que también son de Asturias le agradeceria contactarse con migo, gracias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Roxana me gusto mucho que encontrara su familia,yo tengo un familiar ya fallecido pero me guaria saber de el ya que se llamaba Manual Mendes Canteras si su parientes conocieran a su familia yo po internedio de ellos podria hubicar a los parientes de mis abuelos que también son de Asturias le agradeceria contactarse con migo, gracias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Roxana</title>
		<link>http://blog.myheritage.es/2010/08/roxana-desde-argentina-encontro-familiares-en-espana-gracias-a-smart-matches/#comment-251</link>
		<dc:creator>Roxana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 19:58:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.myheritage.es/?p=2500#comment-251</guid>
		<description>Ania gracias por publicar mi historia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ania gracias por publicar mi historia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
